Como tornar-se observador para contemplar os ciclos mágicos do tempo?
Talvez seja a História uma aproximação possível da sensação. Um remoto entendimento acerca do sentido dos caminhos; da sequer existência deles, ou, até, dos padrões de labirintos sendo moldados através de algo tão perceptível! Quase tão nítido quanto uma brisa úmida antes da chuva. A intuição das coincidências: a meta-cognição do próprio trajeto no espaço-tempo...
As Linguagens têm se tornado decodificadoras - minto, tenho notado o quanto me aproximo e me distancio do limiar da realidade. Tenho tentado descriptografar algumas lentes. Lentes que não parecem minhas e que estão em mim. "Que loucura!". A ironia é buscar a aproximação da dúvida, reconhecer algumas chaves e me incapacitar da capacidade de expressar.
E de tantos devaneios olhando pro universo... Para o tempo, para as pessoas, para a abstração, como podia se instalar em mim essa sensação de não entender minha própria condição (aqui dentro)?
Em qual ciclo estou eu?
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